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Saímos mais uma vez no jornal “O Tempo” e revista “Viver Brasil”, que mostra como a geração Z é importante e presente nos dias atuais, veja:

Geração Z está cada vez mais presente no mercado de trabalho, trazendo contribuições positivas, mas também muitos desafios para as empresas.
Por: JULIANA SIQUEIRA

“Eu não negaria o que eu sou por causa de dinheiro nem por um emprego em um ambiente muito conservador. Não gostaria de usar roupa social e de atuar em lugares rígidos, onde é impossível negociar. Gosto que me deem espaço para que eu possa opinar e tomar decisões de forma independente”, afirma Élika Lopes, de 24 anos. Ela, que possui tatuagens, piercing e cabelo colorido, ressalta o seu visual alternativo e afirma que busca lugares que a aceitem assim, por inteiro. Élika faz parte da geração Z que, entre grande parte dos estudiosos, é aquela que nasceu a partir de 1990. Em sua maioria conectados, atualizados, imediatistas, instáveis e, muitas vezes, contestadores da hierarquia, esses jovens estão chegando ao mercado de trabalho nestes últimos anos promovendo profundas mudanças nas empresas.

Por dentro
Mas como isso acontece na prática? O dia a dia pode variar muito nas organizações que recebem essa nova geração, embora os ideais por trás das atitudes tomadas costumem ser convergentes em muitas delas. Na agência TNCOM, por exemplo, em toda sexta-feira, depois do almoço, está liberado tomar cerveja. Além disso, se a ideia é passar um fim de semana prolongado com o(a) namorado(a), é só conversar e pedir para ser liberado. Um happy hour é pago toda semana, e, em todo mês, no dia em que é o mesmo de comemoração do aniversário, há o espaço da manhã ou da tarde livre.

A produtividade é boa? Isso não será o ponto de trabalho batido regularmente que irá dizer, garante Marcelo Volker, diretor da empresa. “Tenho 33 anos e estou ficando obsoleto. Fiquei sabendo de algumas coisas depois que elas apareceram na mídia, embora alguns jovens da empresa já as conhecessem. Ter pessoas da geração Z atuando conosco é saber que estaremos sempre na liderança em relação ao mundo que nos cerca, pelo fato de ela possuir essa capacidade de aderir primeiramente às novidades. Mas essa é também uma geração que preza muito o bem-estar e que, inclusive, pode até preferir passar fome a trabalhar em um ambiente que não lhe agrade. Sendo assim, proporcionamos meios que contribuem para uma maior qualidade de vida. Também não estimulamos a hierarquia: as próprias pessoas é que se responsabilizam por suas atitudes”, frisa ele.

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